Uma intensa barragem de mísseis russos atingiu Kiev, após o presidente Vladimir Putin ordenar uma retaliação por um ataque ucraniano que matou dezenas de pessoas. O bombardeio, descrito como “massivo”, ocorre em meio à escalada do conflito entre os dois países.
O ataque a Kiev acontece depois que forças ucranianas realizaram uma ofensiva na cidade de Starobilsk, resultando em um número significativo de vítimas fatais. Em resposta, Putin determinou uma ação militar de grande porte contra a capital ucraniana.
Autoridades locais relataram explosões em diferentes pontos da cidade. Equipes de resgate foram mobilizadas para atender às áreas atingidas. O número exato de vítimas e os danos materiais ainda estão sendo avaliados.
A ação russa representa uma das maiores operações de bombardeio contra Kiev nas últimas semanas. Moradores buscaram abrigo em estações de metrô e outros locais subterrâneos durante os ataques. A defesa aérea ucraniana afirmou ter interceptado parte dos mísseis, mas não conseguiu impedir que alguns atingissem seus alvos.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, emitiu um alerta sobre o uso de mísseis Oreshnik pela Rússia. Ele destacou o perigo representado por este tipo de armamento e pediu maior apoio internacional para fortalecer a capacidade de defesa do país.
A comunidade internacional acompanha com preocupação a escalada do conflito. A Organização das Nações Unidas (ONU) e outros organismos humanitários pedem moderação e a retomada de negociações de paz. A situação na região continua tensa, com ambos os lados mantendo posições firmes.
O governo ucraniano informou que continuará defendendo seu território e pediu que a população siga as instruções das autoridades durante os alertas de ataque aéreo. As forças russas, por sua vez, afirmam que as operações militares continuarão até que seus objetivos estratégicos sejam alcançados.
