A Noruega venceu o Senegal e garantiu sua vaga na próxima fase da Copa do Mundo. A seleção norueguesa, comandada por Erling Haaland, que marcou mais dois gols, repetiu o desempenho da partida contra o Iraque. Com o resultado, a Noruega se junta à França, que venceu o Iraque por 3 a 0, com dois gols de Mbappé. França e Noruega vão disputar a primeira posição do grupo no dia 26 de junho.
Durante a partida, o Senegal teve uma chance com Ismaïla Sarr, que tentou cabecear um cruzamento de Ismail Jakobs, mas a bola passou por cima do gol. O jogador Pathé Ciss cometeu uma falta dura em Leo Östigard após um escanteio cobrado com a perna esquerda por Jakobs.
Com a derrota, o Senegal terá que buscar a classificação contra o Iraque. Já a França e a Noruega, já classificadas, jogarão para definir quem fica com o primeiro lugar do grupo.
O Senegal conseguiu diminuir a diferença no placar com Ismaïla Sarr, que marcou seu segundo gol no jogo. Ele recebeu de Nicolas Jackson e finalizou com a perna direita dentro da área. Foram adicionados 9 minutos de tempo de acréscimo.
Pathé Ciss se jogou na frente de uma finalização de Oscar Bobb, que chutou de perna esquerda. Assim como contra a França, os senegaleses não conseguiram reagir nesta segunda partida do grupo I.
A Noruega está perto de vencer mais de uma partida em uma mesma edição da Copa do Mundo pela primeira vez em sua quarta participação no torneio. A equipe fez duas substituições: Alexander Sorloth deu lugar a Oscar Bobb, do Fulham, e Torbjörn Heggem foi substituído por Leo Östigad, que marcou gol contra o Iraque.
O goleiro Mory Diaw fez uma defesa importante em um cruzamento de Marcus Pedersen. Pape Matar Sarr errou uma finalização, mandando a bola para a arquibancada, após um cruzamento de Ismail Jakobs. A arbitragem não marcou pênalti para o Senegal em um contato duvidoso de David Möller Wolfe em Gana Gueye.
Gana Gueye assumiu a braçadeira de capitão após a saída de Kalidou Koulibaly, que foi substituído por Pape Matar Sarr. Pela Noruega, Antonio Nusa saiu para a entrada de Andreas Schjelderup.
